Revista TH Maio/Junho - 2020

10 • A Revista Oficial da Terapia Holística Da mesma forma e, ao contrário do que seria suficiente em uma videoconferência tradicional, o Terapeuta necessita ver mais do que somente a face do Cliente, já que a leitura corporal implica em ter acesso a um ângulo de visão mais amplo. Para tanto, o Consulente deve ser orientado a postar-se tal qual o faria no consultório presencial, ou seja, sentado ou deitado, com a câmera posicionada de forma a mostrar a cena integral. Isto possibilita ao Profissional a imagem muito próxima que teria, se estivesse atendendo no ambiente físico. O requisito de privacidade e silêncio vale para ambos os lados da tela, cabendo ao Terapeuta explicar ao Cliente esta necessidade, o que reforçará positivamente o objetivo de espelhar ao máximo o consultório físico. De certo já concluíram que, ao contrário de uma vídeo chamada, a câmera não estará em mãos, devendo estar apoiada em ponto fixo e a tela à altura dos olhos, para conforto e liberdade de movimentos. Para a função de suporte de celular (valendo tanto para o Terapeuta, quanto ao Cliente…) há opções variando de “custo zero”, utilizando itens comuns, tais como elástico, prendedores de papel, óculos, dobraduras em papel, ou arame ou plástico, apoiando tudo sobre pilha de livros, prateleiras, etc, até alternativas “profissionais”, como tripés sem e com regulagem e/ou iluminação, com ´preços entre US$ 2 a US$ 30.

RkJQdWJsaXNoZXIy MTUyMjQy